Qual o Futuro dos Quadrinhos no Brasil?
Aproveitando a entrega do 20º Troféu HQMix, Felipe Meyer, gestor de conteúdo do Jornal de Debates e editor do site Nanquim, decidiu perguntar para vários quadrinistas e outros profissionais ligadas à área de quadrinho Qual o futuro dos quadrinhos no Brasil?
Abaixo você confere a resposta a essa pergunta de alguns membros do Quarto Mundo, e também de pessoas que não são membros, mas estão alinhadas ao nosso pensamento de que o futuro dos quadrinhos passa pela produção independente.
Cadu Simões
Acima vocês conferem a minha declaração, onde tento dar uma de futurólogo.
Daniel Esteves
O Esteves comenta sobre a variedade da produção independente.
Marlon Tenório
O Marlon ressalta a colaboração que deve haver entre os quadrinistas, e que é justamente a base do Quarto Mundo e o que tem feito com que nosso coletivo esteja dando certo.
Jozz
Apesar de ter sido pego de surpresa pela pergunta, Jozz fala sobre o amadurecimento dos quadrinistas independente e da consolidação do mercado brasileiro de quadrinhos em cerca de dez anos.
Gualberto Costa
Gual fala que a renovação do mercado de quadrinhos no Brasil está vindo pelos independentes, já que os quadrinhos mainstream estão numa grande “mesmice”.
Paulo Ramos
E fechando de forma magistral, o Paulo do Blog dos Quadrinhos aponta as três tendência que acontecerão (e já estão acontecendo) no mercado nacional, que são: o movimento de produção independente, a publicação de álbuns voltado pra o público de livrarias, e as adaptações literárias.
E para você? Qual o futuro dos Quadrinhos no Brasil?
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julho 27th, 2008 at 8:27 pm
Faltou a opinião do Laudo que é a mais promissora de todas.
julho 29th, 2008 at 6:45 am
Bom ninguém pediu a minha opinião, mas dou assim mesmo ( a opinião)…
para olhar para o futuro temos que olhar o passado, os fanzines brasileiros conseguiram fazer um grande passo nas produções, para chegarem ao estado de revistas independentes. Os independentes estão cada vez mais se profissinalizando, a qualidade grafica e de quadrinhos estão cada vez melhor. Antes quase ninguém arriscava em hq longas, por falta de espaço, a dentencia sera a produção de albuns de autores. Vejo que aparecem revistas em todas as regiões do Brasil, isso cria uma concorrencia positiva, ou seja, cada um experimenta uma formula, em regrupando as informações poderemos ter otimos quadrinhos e um acesso ao leitores bem mais facil. O que penso que vai acontecer é que quando o mercado independente nacional vai ser criado, as grandes editoras vão pegar essa onda, e “roubar” desse meio certos individos. Como ja aconteceu aqui na França… Que a critica não tava nenhuma bola para o mercado de quadrinhos independentes, mas eles conseguiram ganhar os leitores e depois as grandes editoras como Dargaud, Delcourt e outros pegaram os melhores elementos, fazendo que certas editoras independentes ficassem sem suas estrelas, Aconteceu a mesma coisa nos EUA quando a Marvel e a DC contrataram alguns desenhistas independentes para mecher nos super herois.
agosto 18th, 2008 at 11:06 am
Sempre mantive as esperanças. SEMPRE. Mas elas estão cada vez menores. Acho que o futuro dos quadrinhos no Brasil está atrelado a uma política de incentivo à cultura inexistente, e que eu acho difícil de vir a existir.
Se as coisas não vierem de cima, as editoras simplesmente preferirão continuar publicando material de fora, que sai para eles mais barato.
Trampo que nem um corno da minha HQ e vejo cada vez menos chance de ela se tornar uma profissão de verdade… triste :\